sábado, 5 de novembro de 2011

A ti Abutre, parte dois de abutre

A ti, Abutre…

A ti, abutre,
Tu que magoaste
E espezinhaste,
A ti,
Que me abandonaste à morte,
Tu, que te arrependes-te,
Achei não ser capaz de resistir.
Mas o passado não mais volta,
A felicidade
Pela infelicidade
Não pode ser trocada,
O amor
Pelo ódio
Não pode ser trocado.
Foi bom,
Mas passou,
Foi momentâneo,
Não teve futuro,
Agora é esquecer,
Ou recordar,
Mas a seguir,
Seguir com a vida que escolhi,
Seguir com a vida que sonho,
Agora resta-me um vago “Até logo”
Ver se és capaz de recuperar,
Julgava que tinhas sido mais importante,
Mas não,
Foste importante,
Mas não ao ponto
De fazer durar,
Foi uma atracção,
Um carinho,
Mas foi um sentimento perdido,
Descobri o Amor,
E por muito que a meus pés rastejes
Nada vai mudar,
Sou tua amiga,
Hoje e Sempre,
Segue a tua vida,
Apanha o próximo comboio,
Este descarrilou,
E encontrou a felicidade
Num túnel escuro.
Amo-o
E não a ti,
Meu Amigo,
Obrigada
 Por teres sido abutre,
Obrigada
 Por teres voltado para a aranha,
Obrigada
Por teres voltado para mim,
Obrigada
Por teres rastejado,
De tal forma
Que me fez perceber
Que não te amo,
Que não és o que pensava,
Que não me podes fazer sofrer
Para eu puder ser feliz!
Obrigada por tudo…

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Saudações Negras

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