sábado, 5 de novembro de 2011

Uma Possivel Forte ajuda...

Hoje chegou uma carta!
Já não a esperava, devo mesmo confessar que já nem me lembrava que tinha concorrido! As hipóteses eram remotas (julgava que não tinha quaisquer hipóteses, mas a esperança é a última a morrer), ao abrir a carta, pensei que fosse a lengalenga do costume:
“Lamentamos mas devido a existência de tantos concorrentes e de estes terem melhores currículos… blá blá blá… não foi admitida na missão, tente num próximo concurso, obrigado pela participação. Atenciosamente!”
Mas não, fui admitida, fui destacada para desempenhar um papel importante a nível internacional! Agora falta tomar a decisão mais importante… falta decidir o papel a desempenhar e onde!
Eu no início, quando me candidatei, queria muito andar nas missões de salvamento das vítimas dos tsunamis, furacões, fenómenos naturais, que acontecem repentinamente, mas não sei!
 Neste momento tenho uma vida estável, um bom emprego, uma boa situação financeira e amorosa. Não sei o que fazer!
Foi uma honra ter recebido esta notícia! Mas não chegou na altura mais propícia!
Eu não posso desperdiçar esta oportunidade, é óptima para a minha carreira!
Estou num beco sem saída! Uma nuvem negra está prestes a rebentar, traz com ela os mais obscuros tormentos, e apressa-se a chegar ao meu pensamento! Está mesmo desejosa de me ver assustada, com tamanha melancolia no coração!
Ligo ao José (o meu patrão). Ele diz-me que tenho de agarrar esta oportunidade com todas as minhas forças, diz que poderei retomar o meu emprego quando regressar!
Mas se eu for tudo vai mudar, eu própria vou mudar, estou mentalizada que com esta experiência voltarei uma nova mulher!
Estou decidida a ir, visto que quando quiser abandonar as missões abandono! E quando regressar retomo a minha vida!
Mas estou triste! Entristece-me abandonar os meus amigos e todos aqueles que amo, mas tenho de ir, tenho que ir auxiliar os que sofrem devido à Mãe Natureza!
A minha decisão está tomada: vou viajar pelo mundo fora, em missão de salvamento às vítimas dessas catástrofes! O mais complicado vai ser informar as pessoas da minha decisão e a despedida, de resto não vou ter problemas.
Final de 2006, metáfora sobre as duvidas perante a carreira a seguir, agora as duvidas volta vendo chegar o final do secundário.      5/11/08

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Saudações Negras

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